“Sinto falta das coisas fáceis de sonhar. Sinto falta do “eu te amo” sincero, do abraço verdadeiro, dos conselhos ditos verdadeiramente para o nosso bem. Sinto falta da minha infância, de quando tudo era mais fácil, mais bonito, alegre. De quando as pessoas achavam bonitinho quando eu me sujava de comida. Sinto falta da união, do respeito, dos carinhos, das verdades, das amizades verdadeiras, das bagunças saudáveis, dos olhares amigos.
Hoje eu olho pro mundo que estamos sinto medo, talvez raiva, não compreendo. Como tudo pode chegar a este estado deplorável? Será que nos descuidamos demais e esquecemos das coisas pequenas que hoje juntas se tornaram esse turbilhão de problemas? Ou simplesmente eu era ingênua demais pra perceber que o mundo já era assim, mas meus olhos não tinha visto o suficiente pra me mostrar? Confuso. Pouco a pouco estamos destruindo tudo que pouco nós tínhamos. Poluindo o ar que nos mantém vivos. Acabando com a água que nos mata a sede. Desmatando as florestas que nos da alimentos. Magoando os que nos amam.
Procuramos por todos os lados alguém pra jogar a culpa, não medimos as conseqüências muito menos pensamos duas vezes antes de agir. Dizemos que foi por impulso. Não acredito nisso. Impulsos nós controlamos. Impulso é só uma desculpa pra não dizermos que nós somos os culpados por tudo, que nós erramos. Admitir um erro para algumas pessoas é a mesma coisa de que se jogar em um abismo. Incrível. É tão difícil admitir que errou e tentar reaver o erro? Não. Pode ser apenas pelo orgulho ou só por sermos tão covardes que até medo do certo nós temos. Crescendo, mudando, vivendo...”
Hoje eu olho pro mundo que estamos sinto medo, talvez raiva, não compreendo. Como tudo pode chegar a este estado deplorável? Será que nos descuidamos demais e esquecemos das coisas pequenas que hoje juntas se tornaram esse turbilhão de problemas? Ou simplesmente eu era ingênua demais pra perceber que o mundo já era assim, mas meus olhos não tinha visto o suficiente pra me mostrar? Confuso. Pouco a pouco estamos destruindo tudo que pouco nós tínhamos. Poluindo o ar que nos mantém vivos. Acabando com a água que nos mata a sede. Desmatando as florestas que nos da alimentos. Magoando os que nos amam.
Procuramos por todos os lados alguém pra jogar a culpa, não medimos as conseqüências muito menos pensamos duas vezes antes de agir. Dizemos que foi por impulso. Não acredito nisso. Impulsos nós controlamos. Impulso é só uma desculpa pra não dizermos que nós somos os culpados por tudo, que nós erramos. Admitir um erro para algumas pessoas é a mesma coisa de que se jogar em um abismo. Incrível. É tão difícil admitir que errou e tentar reaver o erro? Não. Pode ser apenas pelo orgulho ou só por sermos tão covardes que até medo do certo nós temos. Crescendo, mudando, vivendo...”


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