sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Dever, dever... Dever até morrer!

É mesmo, Deveeeer, deveer, deveer, deveer... Uma veez deveer, deveer atée morrer! Concordo com o Rodrigues cantando essa musica tão intereçante, não?
É, isso porque, a professora de português chegou estressada e já falou três regras que a turma não podia quebrar, mas para que serve as regras mesmo? Para serem quebradas, ora essa. Depois da incrivel aula dela, de UM BANDO DE DEVERES, teve o recreio, onde o Fofão disse que iria, porque iria dar um beijo na Andressa, mas estava com medo de que ela fosse, na professora Wania dizer e ele levar uma das belas advertências que ela guarda em sua gaveta.
Depois eu fui lá ver quando iria ser o campionato das meninas de queimado, e ainda tem um jogo, para ser disputado, para ver quando, a que horas, como e com quem nós iriamos competir...
Depois teve a aula da Sandra, e ela manda agente fazer uma carta e dar para ela, ela deve estar carente e sem namorado para pedir isso, não?
O aloprado, passou um exercício que já tinha resposta, ele falou lá o nome que se dá a isso, mas eu nem prestei muita atenção porque as pessoas decentes da minha turma, especificamente, da fileira aonde eu sento e a do lado, não fecharam aquilo que eles chamam de boca.
Depois da aula superintereçante, mas uma vez, do aloprado, teve a última aula da Érika. Que ela passou vinte minutos olhando para a nossa cara para ver se nós tomavamos chá de cimancol e ficassemos quietos. Depois ela chamou uns dois alunos da outra turma para dizer o quanto a nossa era quieta. Depois começou a turma a gritar ÉRIKA EU TE AMO, que coisa gente.
Bom, depois ela foi liverando os mais quietos e quando ela disse: Podem ir. Foi aquela gritaria e correria lá ensima no corredor, e um corria para um lado, e outro para o outro. E todos que estavam lá em baixo já sabiam que a turma que havia sido liberada era a 6O3!

0 comentários:

 

Blog Template by YummyLolly.com - RSS icons by ComingUpForAir